quarta-feira, 2 de maio de 2012

A rede social

Vi hoje pela terceira ou quarta vez o filme "A rede social" ("The Social Network", 2010). Ainda não tinha me dado conta que Eduardo Saverin é brasileiro. Caramba. Fazer parte de alguma coisa que teve (e tem!) esse sucesso todo no mundo. Não é pra qualquer um.

domingo, 15 de abril de 2012

Nem sei dar título pra isso

Agora a pouco chorei bastante... Escutava a música "Happy Christmas" (John Lennon), e fiquei refletindo sobre o vídeo (não é o oficial, mas uma montagem postada no Youtube, mas aconselho a todos darem uma olhada) feito para a canção. Poucos de nós, brasileiros, tem a verdadeira idéia do que é o horror da guerra, seja ela qual for. Seja ela na Bósnia, uma guerra civil em algum país da África ou uma família (a nossa, brigando por um motivo fútil - qualquer um é quando ocorre violência) ... O ser humano é o horror. Lógico, não é possível generalizar, mas eu penso que esse mundo seria melhor sem nós. Produzimos tanta coisa boa, mas somos mestres em criar coisas bizarras, como armas e tudo o que envolve industria bélica; sem armas já somos capazes de produzir um grande estrago...
Bem... refletindo não é exatamente o termo correto. Três e quinze da manhã, caindo de sono de novo. Mas é quando tenho vontade de colocar pra fora o que penso. Mal e porcamente, mas é único jeito. Não sou muito de conversas... Quiero dizer, gosto de escutar, mas não de falar. Menos mal, talvez a natureza tenha sido sábia em não me deixar à vontade pra falar... Já tem coisa ruim demais por aí...

sábado, 24 de março de 2012

Som

Eu aqui, 5 e dez da manhã... sem sono. Lembrei de uma mistureba que fizeram com algumas músicas da banda britânica "Supertramp" (1990, por essas datas). Custei a lembrar o nome: Medley. Recomendo. Assim como a discografia da banda. É ótima, especialmente "The Very Best of...". Imperdível.

domingo, 18 de março de 2012

Sou viciado em filmes de ficção científica. Star Wars, Star Trek e vários outros seriados, muitos nem lançados aqui no Brasil... Filmes de ficção sem computadores não são filmes de ficção, ao menos pra mim. Talvez veio aí minha facilidade de lidar com máquinas (pelo menos as menos inteligentes que eu...), especialmente computadores Eu gostava deles (não que eu não goste de mulheres, mas entender a lógica de um computador é mais fácil...).

Por isso me considero com sorte de poder ter vivido uma parte de minha vida nos anos 80 e 90. Presenciei a evolução e popularização dos computadores, de máquinas que não cabiam no meu apartamento (ainda hoje custam a caber...) a portáteis que cabem na palma da mão; a internet, nascida para os mortais nos anos 90; a própria telefonia, antes um aparelho com um disco utilizado para a ligação, hoje um telefone com computador ou um computador com telefone?

Nem sei eu onde quero chegar com isso... Fica pra outro dia.
Escrever. Alguém um dia me disse que isso seria bom. Vou tentar escrever pelo menos uma bobagem por dia, mas não prometo nada (bom pra vocês...).
Inaugurando o blog. Ou tentando... Hoje finalmente me conscientizei de que escrever não é o meu forte. Nem meu fraco. Não "É"... Aliás, falar também. Escrever e falar não fazem parte do meu ser.

Muito provável que falar e escrever seja difícil para mim pelo simples motivo que tenho de externalizar o que penso. Mas aindo um pouco incomodado já que, como tenho dificuldade tanto em falar como escrever, o problema seja outro. O "outro", nesse caso, seja o que eu penso. Ou o que não penso...